sexta-feira, junho 23, 2006

Alone Among Thousands=Velcro

Está mesmo confirmada a mudança de nome dos Alone Among Thousands para Velcro. A nova vida da banda é assim iniciada com novo nome.



Mais uma vez boa sorte à banda.




terça-feira, junho 06, 2006

Alone Among Thousands de regresso?

Alguns rumores indicam que os Alone Among Thousands estão de volta ao activo. Segundo confidenciou o teclista Karmona, a banda começou a ensaiar com novo baterista depois da saída de André Pitta-Groz em Outubro passado. Mário Pereira, o novo elemento dos Alone tem um historial musical bastante vasto, tendo tocado com a primeira banda de Paulo Gonzo (Go Graal Blues Band) e com Rui Veloso, entre outros.

Um grande abraço para todos e boa sorte!

sexta-feira, outubro 28, 2005

O Fim

Os Alone Among Thousands dão por terminada a sua carreira enquanto banda/projecto musical.
Desde já quero salientar que, os Alone Among Thousands enquanto projecto com relevância no meio musical do concelho do Cartaxo, deixará de existir, muito embora os elementos constituintes do referido projecto possam continuar a tocar os mesmos temas sob outra designação. Com esta medida que penso, sensata pretendo (e isto é um manifesto pessoal) preservar o nome da banda enquanto projecto ligado a pessoas que de, formas e abordagens diferentes deram um cunho específico a este projecto.
Quaisquer dúvidas ou esclarecimentos poderão ser postados aqui.
It´s a difficult situation... I`ve got no Identification...
P.M. A.A.T.

sábado, outubro 15, 2005

Last Breath - O desabafo


Cartaz "falhado" para o Festival Tejo
Nesta altura, passada que está uma semana após a minha saída, sinto-me mais à vontade para fazer uma espécie de desabafo sobre Estive nos Alone desde o dia 10 de Junho de 2003, onde pela primeira vez estiveram três cabeças duras que não desistiram nunca de sonhar: o Pedro, o Xarli e eu (passo a redundância). A partir desse dia senti que aquelas musiquinhas que o Pedro me mostrava na sua viola acústica não eram só casmurrice dele. Havia (e continua a haver), no Pedro elevadas doses de felling, apesar de na maior parte das vezes nem saber que acorde está a tocar. Lembro-me que a primeira música que começamos a trabalhar foi o Soldier (with a stick). Rapidamente os ensaios deixaram de ser um encontro fortuito de amigos que tocam umas coisas, para passarem a ser um pequeno laboratório onde em cada sessão uma nova experiência musical acabava por resultar. A combinação era quase perfeita: um excelente vocalista com uma veia rara para compôr canções orelhudas, mas também com uma carga emocional muito profunda, um teclista que é sem dúvida uma das pessoas com as quais me deu mais prazer tocar e conviver, e que não sendo um músico virtuoso tem uma criatividade e um talento incríveis. Ficava a faltar uma peça para compôr o edíficio. O excêntrico baixista que viria a entrar em Agosto e que solidificou as melodias compostas pelo seu irmão.
Rapidamente concluímos 4 músicas que apresentámos nos 2 primeiros concertos da banda. Outras foram compostas e deixadas de parte. Foi a única banda em que posso dizer que deitámos ao lixo, sem falsa modéstia, músicas com um potencial imenso. Algumas chegámos mesmo a tocar ao vivo, para depois permanecerem apenas uma vaga memória que era lembrada a espaços nos intervalos dos ensaios. Uma chegou a ficar registada na primeira demo da banda para nunca mais ser depois lembrada nos concertos ao vivo. Esta era uma situação a que nos podíamos dar ao luxo: menosprezar composições em favor de outras.
Os primeiros concertos serviram para atestar as verdadeiras potencialidades da banda, e se no primeiro as coisas correram muito bem, no segundo, algum excesso de confiança e um som demasiado mau pra ser verdade, pregaram uma partida à banda.
Descontracção num ensaio antes do Tejo
A vida continuou e no dia de anos do nosso teclista ficámos a uma pequena margem de vencer o concurso de música moderna da Azambuja. Foi o melhor período da banda. Ensaiámos tão pouco e quase ganhámos. Foi uma verdadeira lição para darmos cada vez mais valor ao trabalho nos ensaios. Ganhámos mais brio. Tocámos nas Caldas a convite da organização do Caldas Late Night. Tivemos outros convites para festivais e pequenos concertos em bares (olá amigos Qwentin). Gravámos uma demo. O amigo Xarli saiu por razões pessoais. Entrou um outro grande amigo meu: Karmona. Qualidades diferentes do Xarli. Um teclista mais low-profile, mas muito rigoroso, que percebeu desde o início a importância das composições do antecessor, modificando-as apenas quando achava estritamente necessário. De resto, os ambientes introduzidos pelo Karmona nas novas composições são de uma grande subtileza mas suportam a estrutura frágil da guitarra do Pedro. Onde o Xarli brincava (elogio) nos seus devaneios característicos, o Karmona seguia a prudência, transformando as melodias do Pedro num todo consistente.
A adaptação do Karmona foi-se construindo em época lectiva com pouco espaço de manobra para ensaiar.
2005 começou bem com um concerto de apoio às vítimas do tsunami asiático. Mais uma vez o palco partilhado com os conterrâneos Qwentin.
"Atentado ao design" eheh, Cartaz do Tejo
Questões exteriores à música também nos preocupavam. Procurei sempre dar uma resposta adequada a questões ligadas à promoção dos Alone Among Thousands. Falei com colegas e amigos no sentido de, em conjunto começarmos a trabalhar na imagem da banda. Uma imagem à partida simples e descontraída condicente com a própria música.
Voltámos ao AZB e ganhámos, com mérito. Não senti a mesma sensação do ano anterior. A primeira vez (apesar de não termos ganho) tem outro "gostinho". Houve mais espírito de banda(s) em 2004. Pra mim esse é o verdadeiro prazer da música. Não vale a pena tocar se o espírito não existe. O rock, com todas as variantes que se conhecem, é isso mesmo, puro espírito. As pequenas histórias por detrás dos bastidores (muito pequenos até agora, com excepção do Tejo) são também a força da música, aí nascem muitas vezes os mitos com as diferentes grandezas que se conhecem.
Lembro-me de há um ano e meio estar a falar com o Crespo dos Qwentin no dia antes da final do AZB e dizer-lhe: "Espero que amanhã por esta hora te esteja a dar um abraço, mas que nós é que passemos ao Tejo". Acabou por acontecer o contrário, mas este e outros momentos como este é que dão beleza à vida de um músico.
Voltámos aos Caldas. As opiniões dividiram-se: houve quem tivesse gostado muito (o som tava excelente-obrigado Benfas, Guru, Ricardo, Apache, Rui, César, etc.) e quem não tivesse gostado nada. Eu fui um dos que tomou a segunda opinião.
Para o Tejo tivemos um trio de ensaios muito bem dispostos com o amigo Nélson Rodrigues (Guru). O concerto do dia 24 de Julho no Palco Blitz foi, na minha opinião mediano. Começou muito bem com duas músicas novas: ID e Subotex e um engano na terceira faixa, Falling Again esmoreceu o restante concerto. Ainda assim o balanço foi positivo. Muito convívio e confraternização.
O silêncio instalou-se até 26 de Agosto, data em que tocámos em Gondomar e onde tivémos excelentes críticas por parte da organização. Senti a banda a renascer.
Setembro trouxe nova demo e algum desleixo. O amigo Rui Chaves gravou dois temas que ainda serão finalizados. Saí depois de duas reuniões de banda fracassadas.
Saí com a convicção (ganda político eheheh) de ter feito o que pude para levar a banda a um bom futuro. Não o consegui, mas também não me sinto frustrado por isso. Sei que mais não era possível. Sinto orgulho por ter sido o primeiro a acreditar nas capacidades de alguém que se encontrava na altura completamente desacreditado. Sinto orgulho por, do nada termos conseguido pisar um palco de um festival de nome nacional no espaço de 2 anos. E por fim sinto orgulho em ter tocado com pessoas, com uma capacidade musical extraordinária (toda a banda com o Guru) e com pessoas que como eu partilharam a mesma vontade de ver esta banda no sítio onde merecia estar, em especial os amigos Xarli e Karmona.
Este Post poderá ser reeditado.

terça-feira, outubro 11, 2005

Alone Among Thousands na Antena 3


Após o anúncio da minha saída chegam boas notícias para os Alone. A Câmara Municipal do Cartaxo convidou a banda a participar no programa da manhã da Antena 3 na próxima Quinta-feira, dia 13. O convite surgiu no seguimento da realização da Quinta dos Portugueses na cidade do Cartaxo no mesmo dia. À conversa com Ana Galvão e Nuno Markl estará o baixista da banda, António Monteiro.
De referir ainda a participação dos Qwentin no mesmo programa.
Oiçam!!!
Boa sorte para ambos os projectos.
Pitta

domingo, outubro 09, 2005

De Saída

É com tristeza que vos comunico a minha saída dos Alone Among Thousands. Depois de algum tempo de reflexão decidi que esta seria a melhor opção não só para mim mas para a banda.
De resto, as razões que me levaram a tomar esta decisão são de caracter exclusivamente pessoal.
Quanto ao futuro da banda nada posso afirmar, uma vez que não tenho conhecimento sobre o que pretendem fazer os restantes membros.

André Pitta - Groz




terça-feira, outubro 04, 2005

ALONE AMONG THOUSANDS BIO


Os Alone Among Thousands iniciaram a sua actividade em Junho de 2003.
Depois da sua estadia em França durante seis meses, o vocalista e compositor Pedro Monteiro sentiu necessidade de encontar pessoas que tivessem vontade e disponibilidade para arranjar os temas que ele havia composto não apenas durante o período em que esteve fora de Portugal, mas também outros que havia já composto anteriormente.
Depois de falar com o baterista André Pitta – Groz, com quem já havia tocado anteriormente num outro projecto (Temple of Noise), decidiram começar a experimentar tocar alguns temas. Algumas semanas mais tarde o teclista Filipe Valente, que também já havia colaborado com ambos os músicos, entrou para a banda (na altura ainda sem nome definido). Foi assim que em Junho de 2003 o projecto deu os seus primeiros passos, ainda com ensaios pouco regulares. Um mês e meio mais tarde e com a necessidade preemente de encontrar um baixista, os três elementos decidiram falar com o António Monteiro (irmão do Pedro) que se disponibilizou de imediato para assumir as funções de baixista. A partir de Agosto de 2003 a banda começou a ensaiar com mais regularidade e foi através de uma sugestão da namorada do teclista Filipe que a banda se passou a chamar Alone Among Thousands.
A primeira actuação ao vivo aconteceu no skatepark do Cartaxo, no dia 14 de Setembro e teve a presença de outras cinco bandas do concelho. O público recebeu as músicas dos Alone de uma forma extremamente positiva.


Skatepark, 14 de Setembro de 2003 (foto de Marília)

A banda continuou a dar concertos em festivais, em bares e em concursos. Durante o ano de 2004 destacou-se o 2º lugar obtido no concurso AZB 002 (concurso promovido pela Câmara Municipal da Azambuja e que tem a participação de bandas dos concelhos do Cartaxo e Azambuja, cujos prémios são: a actuação no palco secundário do Festival Tejo e um vale em material).
Em Agosto de 2004 a banda entrou em estúdio para gravar a sua primeira demo. Ao mesmo tempo o teclista Filipe saía da banda. Em Outubro um novo teclista entrava para a banda: Carlos Carmona (que já havia tocado com o baterista Pitta – Groz). Enquanto a demo ia avançando a ritmo lento (por incompatibilidades de tempo de ambas as partes: banda e produtores), a banda recomeçou a ensaiar com maior regularidade a partir de Dezembro. No dia 15 Janeiro de 2005, os Alone Among Thousands tocaram num concerto de angariação de fundos para as vítimas do tsunami, no Largo do Seminário em Santarém, ao lado dos Qwentin, Underground Society e UHF.

Cartaz do concerto no bar Touro Louco no dia 29 de Janeiro (Design by Tó)

Durante os meses de Fevereiro e Março de 2005 os Alone Among Thousands continuaram a ensaiar e a dar os retoques finais na gravação da demo. No dia 28 de Março participam na 1ª eliminatória do concurso AZB 003, onde foram apurados para a final com outras duas bandas. No dia 2 de Abril ganharam o concurso AZB 003, que aconteceu no recinto dos Bombeiros Municipais de Alcoentre e como prémio receberam um cheque de 1000 euros em material e uma actuação no Festival Tejo.

Artigo referente à vitória dos Alone Among Thousands no concurso AZB 003 (Jornal "O Mirante")

No dia 24 de Julho a banda subiu ao palco Blitz no Festival Tejo realizado na Quinta da Marquesa às portas da Azambuja. Nessa noite os Alone Among Thousands tiveram um convidado especial: o amigo Nélson Rodrigues (Guru) na guitarra.
A 26 de Agosto foi vez de participar no Festival de Música Moderna de Gondomar com outras três bandas.
No dia 6 de Setembro a banda começou a gravar uma demo com duas novas músicas (Don´t do it e ID). A demo contou com a produção de Rui Chaves e a colaboração de Nélson Rodrigues e André Pinheiro. Actualmente encontra-se em processo de finalização.

Formação actual:
Pedro Monteiro: Voz e Guitarra
António Monteiro: Baixo e voz
Carlos Carmona: Teclas
André Pitta-Groz: Bateria
Concertos
2003
- 14 de Setembro: SkatePark – Cartaxo
- 18 de Outubro: Festival – Vale do Carro; Alcanena
2004
- 24 de Março: 1ª eliminatória do concurso AZB 002 – Toma lá Noite Bar; Aveiras de Cima.
- 27 de Março: Fontenário Bar – Vale de Santarém
- 28 de Março: Final do AZB 002 – Auditório da Casa do Povo de Aveiras de Cima (2º lugar).
- 16 de Abril: Toma lá noite – Aveiras de Cima
- 18 de Maio: Bar 120 – Caldas da Rainha (inserido no Caldas Late Night).
- 20 de Agosto: Festival – Vale de Santarém
2005
- 15 de Janeiro: Concerto de angariação de fundos para as vítimas do tsunami asiático – Santarém
- 29 de Janeiro: Touro Louco Bar – Cartaxo
- 5 de Março: JA Bar – Azambuja
- 28 de Março: 1ª eliminatória do AZB 003
- 2 de Abril: Final do AZB 003 (vencedores)
- 17 de Maio: Auditório do Centro de Juventude das Caldas da Rainha (Caldas Late Night)
- 28 de Maio: Festival de Bandas em Vila Chã de Ourique (Cartaxo)
- 24 de Julho: Festival Tejo (Azambuja)
- 26 de Agosto: Festival de Música Moderna de Gondomar